O Vôo

Fenix

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28 décembre 2007

O PRINCIPEZINHO

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principezinho

Antoine_Saint_Exupery___Cativa_me_  (clique aqui para ver slide)

Uma lição sobre o poder da conquista, do amor, da vinculação.

Bom Ano de 2008 para todos!

Que possamos cativar e sermos cativados, e o mais importante não é que o façamos muitas vezes, mas muito intensamente sempre!

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08 septembre 2007

LUCIANO PAVAROTTI

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NESSUN DORMA

Luciano Pavarotti  nasceu em Modena, a 12 de Outubro de 1935. Filho de padeiro, iniciou a carreira como cantor lírico no coro da sua cidade. Fez a sua estréia na ópera em 1961 no papel de Rodolfo em "La Bohème". Estreou-se na América em 1965 com a "Greater Miami Opera".

Em 1990 obteve grande êxito internacional ao interpretar a ária de Giacomo Puccini "Nessun Dorma" da ópera Turandot, que foi o hino do Campeonato Mundial de Futebol nesse mesmo ano em Itália.

Pavarotti entrou por duas vezes no Guinness World Records: o maior número de chamadas ao palco (165) e o álbum de música clássica mais vendido de sempre (In Concert de "Os Três Tenores", partilhado com Plácido Domingo e José Carreras). Em 2003 publica a sua última compilação, Ti Adoro.

Casou com a sua assistente, Nicoletta Mantovani, com quem teve um filho. Iniciou a sua tournê de despedida em 2004, aos 69 anos, após quatro décadas de palco. Actuou pela última vez na New York Metropolitan Opera a 13 de março de 2004, no papel do pintor Mario Cavaradossi na "Tosca" de Puccini. Em Fevereiro de 2006, canta "Nessun Dorma" na cerimónia de abertura dos Jogos Olímpicos de Inverno em Turim.

A 6 de Setembro de 2007, o tenor de 71 anos de idade faleceu em sua casa, em Modena, vitimado por um cancro no pâncreas.

Considerado um dos maiores tenores do mundo e grande intérprete das obras de Donizetti, Puccini e Verdi,  foi pioneiro na utilização de sua potente voz na música pop, tendo gravado duetos com Bryan Adams, Andrea Bocelli, Céline Dion e U2. Actuou nos mais importantes teatros mundiais, como o Teatro alla Scala (Milão), Royal Opera House (Londres) e Metropolitan Opera House (Nova Iorque).

A Pavarotti um adeus e um muito obrigado, pela sua grande voz e talento! Uma nova estrela estará certamente a brilhar no firmamento celeste!

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08 juillet 2007

À FLOR DA PELE/REVELAÇÃO

Espectacular!!!

Grandes Zeca Baleiro e Fagner, numa união perfeita.

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02 avril 2007

PINTURA NAÏF

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A palavra naïf não parece a mais adequada para definir este estilo pictórico, pois dá-lhe uma conotação infantil, pouco séria ou demasiado simples. Esta expressão, que permanece até os dias de hoje, foi adoptada no final do século XIX, a partir do surgimento de Henri Rousseau que fez parte do movimento modernista, expondo no famoso “Salão dos Independentes de Paris”, ao lado de Seurat, Toulouse-Lautrec, Gauguin e Van Gogh, todos malditos e renegados pela sociedade intelectual da época.

O artista naïf busca a inspiração na sua experiência de vida, na sua terra natal, na beleza e nos momentos intensos de sua infância que, muitas vezes, no caso dos brasileiros, são reminiscências alegres. Invariavelmente, a arte naïf será uma expressão de âmbito nacional, dos usos e costumes da região de cada artista. Países como França, Croácia, Sérvia, Haiti e, mais recentemente, Brasil, conquistaram um grande destaque no cenário mundial por possuírem um número significativo de excelentes artistas.

Actualmente, a arte naïf conquistou o seu espaço no mundo das artes, sendo aceite como um estilo universal. No Brasil, o movimento iniciou-se apenas na década de 40, com as primeiras exposições de Cardosinho, Sílvia de Leon Chalreo e José António da Silva. A primeira Bienal de São Paulo, no início da década de 50, revelou para o público as obras do pintor e músico Heitor dos Prazeres, considerado o primeiro artista naïf brasileiro. Somente a partir da década de 60 a arte naïf brasileira alcança uma maior notoriedade, quando emergem pintores como Elza O.S, Isabel de Jesus, Ivonaldo, António Poteiro, José Sabóia, Tamanini e tantos outros.

O Brasil de enormes contrastes e dimensão continental, com uma cultura resultante de inúmeras outras, é um canteiro fértil para o surgimento de artistas valiosos e originais. Os pintores naïfs procuram captar a perspectiva brasileira de olhar a realidade circundante. Por consequência, armazenam na memória colectiva do povo uma documentação visual dos seus usos e costumes, comportamentos urbanos e regionais, sem intelectualismo, com a visão simples de quem vê as coisas puras da vida.

Dentro do panorama brasileiro, destaca-se Ivonaldo Veloso de Melo, nascido em Caruaru, Pernambuco. Iniciou-se como autodidata em 1969. Em sua estadia de cinco anos na Europa, expôs em Galerias de vários países: Alemanha, Itália, França, Bélgica, Jugoslávia e Holanda. A partir de 1980, realizou exposições individuais no Sul e Nordeste do Brasil e no exterior: EUA e Holanda. Foi premiado no Concurso Internacional de Pintura Primitiva Moderna (Prix Suisse et Prix Europe de Peinture Primitive Moderne), realizado anualmente pela Galeria Pro Arte Kasper, na Suíça. (Post baseado no artido de Jacques Ardies, marchand, fundador da Galeria Jacques Ardies).

Algumas obras de Ivonaldo, belíssimas!

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27 mars 2007

CHICO BUARQUE

"JOÃO E MARIA"

Chico Buarque, o meu grande ídolo, desde os tempos de adolescência!

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FRIDA KAHLO

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Magdalena Carmen Frida Kahlo y Calderón (1907-1954) - nascida em Coyocán, México, a 6 de Julho de 1907, Frida Kahlo é uma das pintoras mais famosas a nível mundial, tendo tido um papel importantíssimo na cultura mexicana. O talento pelas artes plásticas não se revelou precocemente, embora o pai (um fotógrafo judeu-alemão), encarasse a pintura como um passatempo.

frida_kahlo_smallA 17 de Fevereiro de 1925, um trágico acidente de viação mudou radicalmente a vida e os planos da jovem Frida. As graves sequelas físicas desse acidente, que perduraram ao longo de toda a sua vida, fizeram-la submeter-se a várias intervenções cirúrgicas e a longos períodos de recuperação e terapia.

Face à imposição da imobilidade física e ao isolamento que isso acarretava, Frida passou a dedicar-se à pintura, que representava não só um modo de ocupar o seu tempo, mas também uma forma de expressar e retratar os seus sentimentos.

Quando, surpreendentemente, voltou a ser capaz de se locomover, Frida foi à procura do famoso muralista mexicano, Diego Rivera, para mostrar-lhe os seus quadros e pedir a sua opinião. A admiração que a jovem causou no artista, em termos de qualidades artísticas e pessoais, fez nascer uma relação afectiva que culminou no casamento dos dois, em 1929.

Um ano depois, Diego foi convidado a pintar vários murais nos EUA, para onde o casal se deslocou e permaneceu cerca de três anos. Durante esse período, Frida teve um aborto, situação vivenciada por ela com muito sofrimento. Diego, no início deslumbrado com a recepção dos americanos à sua obra, desilude-se após um dos seus murais ser destruído por não ter sido do agrado de Rockfeller.

De regresso ao México, o marido de Frida continuou a envolver-se compulsivamente em relacionamentos extra-conjugais, que foram minando o casamento, até à sua ruptura, após Frida ter descoberto que Diego estava envolvido também com a irmã mais velha dela. Novamente Frida experimenta e reaviva a dor da sua existência.

Posteriormente, a pedido de Diego, Frida acolheu na casa do seu pai Leon Trotsky, que havia obtido asilo político no México. O convívio próximo entre Frida e Trotsky, que partilhavam alguns ideais comunistas, fez surgir uma relação afectiva entre ambos.

Em 1938, André Breton qualificou sua obra de surrealista em um ensaio que escreveu para a exposição de Kahlo na galeria Julien Levy de Nova Iorque e um ano depois ela expôs em Paris.

De volta ao México em 1939, a saúde de Frida agravava-se cada vez mais, levando a infecções várias e a amputações. Imobilizada durante longos períodos, apenas lhe era possível pintar, apesar das dificuldades físicas e das dores que a atormentavam. A 13 de Julho de 1954, uma semana após ter completado 47 anos de idade, morreu Frida Kahlo. Quatro anos após a sua morte, a sua casa familiar transformou-se num museu com o seu nome.

No ano de 2002, sob a direção de Juli Taymor, é lançado o filme "Frida", que narra a vida conturbada, sofrida, intensa e corajosa desta artista plástica que se tornou a mais consagrada e representativa pintora do seu país.

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24 mars 2007

BABEL

    

Brad Pitt e Cate Blanchett actuam nos principais papéis no filme Babel, de Alejandro González Iñárritu. Uma abordagem cinematográfica sobre as barreiras linguísticas, culturais e pessoais, abrangendo três histórias, em três continentes, as quais se interligam e demonstram que apesar das diferenças, os dramas humanos, os sentimentos e a dor são universais. Como temas de destaque se incluem o terrorismo, a imigração e o suicídio na adolescência.    

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